23-1-2014
Portugal universal; não o efémero que nos amarra como única realidade nos cárceres escuros onde mataram o Sonho. Poemas e textos, alguns publicados em livros e revistas impressos, outros em blogues e os dados a conhecer aqui, para o domínio público, seguindo o rumo da Criação: a obra nunca está definitivamente acabada.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
23-1-2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
ENTRE 2O13 E 2014 - A ESPERANÇA ©
Nos actos humanos de maiores
dificuldades, onde tudo parece fraquejar, é a esperança que devemos
colocar na proa, mesmo antes da largada, e é ainda ela que preside ao final que
não se limita a si, mas que quer logo abrir novo horizonte. Todavia, o que
parece ser uma espécie de alfa e de ómega num ciclo de actividade, pode ser um
vago canto de sereia, se apenas nos fica a boa consciência de termos esperança.
Entre a que é “a última a morrer” e a que deve presidir ao nascimento de certo
projecto, toda a esperança é passiva se não a fizermos acompanhar de uma acção,
ainda que seja apenas um movimento de alma que acredita sem vacilar no cumprimento
do que já foi ideia, esforço e inteiro labor. D. Sebastião regressa apenas ao
coração dos que o procuram. A verdade e o paradoxo de tudo isto é que um
arco-íris aparece sempre do lado contrário ao sol.
Eduardo Aroso
sábado, 21 de dezembro de 2013
VISÃO DE NATAL ©
O pior do deserto
Que não vai além de pó.
Digo da palavra que alumia
E lavra na madrugada do coração
Do homem só que há-de ser dia.
Na pedra fria do mundo,
Só podemos esperar o braço do
canteiro,Movimento nosso, peregrinos sobre as areias.
Rompe a chispa na hora misteriosa do solstício
E toca-nos os olhos e a alma nas suas estranhas veias.
É por isso que da pedra vemos sair a flor de luz
A seiva invisível para o mundo inteiro.
Eduardo Aroso
domingo, 15 de dezembro de 2013
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