Foi sempre a
serenidade do teu rosto
Que no tempo
perplexoMe fez absolutizar.
Deste-me a tua mão para atravessar o rio
Na ponte ou chão de maresia
Do arco único do sonho.
Eduardo Aroso
Portugal universal; não o efémero que nos amarra como única realidade nos cárceres escuros onde mataram o Sonho. Poemas e textos, alguns publicados em livros e revistas impressos, outros em blogues e os dados a conhecer aqui, para o domínio público, seguindo o rumo da Criação: a obra nunca está definitivamente acabada.