AFORISMOS DE IMANÊNCIA (24)
O ser humano é um poço de sentimentos. Quem tira a água do poço, sem desperdícios?
Eduardo Aroso
18-9-2014
Portugal universal; não o efémero que nos amarra como única realidade nos cárceres escuros onde mataram o Sonho. Poemas e textos, alguns publicados em livros e revistas impressos, outros em blogues e os dados a conhecer aqui, para o domínio público, seguindo o rumo da Criação: a obra nunca está definitivamente acabada.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
SILENCIOSA
RESISTÊNCIA ©
Sobre o pó
do mundo
O sémen da
esperança.A Terra espera
Para o acto sério
Sem contrato prévio.
Tudo isto há-de chegar
Com a música das lágrimas
A dar melodias de mel,
Onde brinquem crianças
Como quem anda para baixo e para cima
Nas pedras da calçada.
O que há de belo quando abre
A primeira flor da madrugada!
8-9-2014 ©
sábado, 23 de agosto de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
VER E (PRE)VER
No «I Ching» encontramos a
essência de muitas das modalidades da psicanálise actual, porque as repostas
que o antiquíssimo tratado chinês nos pode dar já estão todas dentro de nós. A
questão é sempre o indutor, seja o livro no que transmite, ou o analista. O
misterioso ser humano, embora a deseje, tem sempre relutância de ver a verdade nua e crua
por si – neste caso dentro dele mesmo – pelo que a indução é como que um
amortecedor. O mito
de «Psique e Eros» é a expressão do amor entre uma mortal e um Deus. No caso da
relação do ser humano com o «I Ching» é como se o mito fosse não o de «Eros e Psique»,
mas de «Psique e Psique», ou seja, o diálogo da alma com ela própria, apenas necessitando
de uma indução.
Eduardo Aroso
13-7-2014
sábado, 5 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
RECUPERAÇÃO, MAS NÃO DE MERCADOS
Quando alguém perde a locomoção e/ou a expressão nalguma área,
só lhe resta a chamada reabilitação. À nossa dita civilização cabe recuperar uma
certa sabedoria que a maior parte dos seres nem supõe que tivesse existido. E
nisto o discernimento do que também era ignorância. Não basta dizer que a História
é a madre experiência que ensina. Por ser insuficiente o muito que tão depressa
imaginamos que descobrimos, se não houver uma reabilitação do fruto das longas épocas
históricas passadas - que não significa andar para trás para recuperar o que se
perdeu - então já estamos numa cadeira de rodas e por fim teremos um acidente
vascular cérebro-civilizacional.
1-7-2014 (aniversário de nascimento de Leibniz)
Eduardo Aroso ©
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