É que a luz mais se esconde.
A lua cheia atrás do monte
Resigna-se a não se mostrar.
É um uivo doce que se espalha
Como um incenso pela noite.
(Plenilúnio de Fevereiro, 2015)
Portugal universal; não o efémero que nos amarra como única realidade nos cárceres escuros onde mataram o Sonho. Poemas e textos, alguns publicados em livros e revistas impressos, outros em blogues e os dados a conhecer aqui, para o domínio público, seguindo o rumo da Criação: a obra nunca está definitivamente acabada.