Sou poeta - também voluntariamente - fora de catálogo. Isso facilita as coisas a quem organiza o catálogo.
Eduardo Aroso
6-7-2015
Portugal universal; não o efémero que nos amarra como única realidade nos cárceres escuros onde mataram o Sonho. Poemas e textos, alguns publicados em livros e revistas impressos, outros em blogues e os dados a conhecer aqui, para o domínio público, seguindo o rumo da Criação: a obra nunca está definitivamente acabada.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
domingo, 21 de junho de 2015
quinta-feira, 18 de junho de 2015
quarta-feira, 17 de junho de 2015
domingo, 14 de junho de 2015
EM SANTARÉM
COM A MEMÓRIA DE IBN SARA
Leio nas linhas em desalinho de hoje
Tuas estrofes que já ninguém respira.
A saudade morre e renasce a cada inspiração,
Porque em todo o começo contrai-se o tempo.
Voava pela seda feminina das palavras
O perfume vigilante do salão,
A cintilação da noite
Nas pausas do poema.
Ah, a dor e o destino
Levaram-nos o monarca
No seu cavalo de sonho alado.
Mas a tua estrofe ficou
E ornada de melisma
Tornou-se fado.
Santarém, 12-6-2015
Eduardo Aroso
terça-feira, 9 de junho de 2015
ENDECHA
Quando a primavera irrompeu
Tínhamos o fogo da inocência
Sem que nada martelasse na bigorna.
Tinha que surgir o frio imprevisto
E a dor por ser funda,
Esse hino excelso e lento.
As estrelas teriam que cair todas uma
a uma
Para sabermos que as semeamos como
quem esgravata no tempo.
Eduardo Aroso ©
Junho, 2015
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