CONDIÇÃO ORIGINAL ©
O mar é um pêndulo.
Depois da agitação
O rigor das estrelas
Devolve-lhe a ondulação certa.
Não há amplitude maior
Que os braços abertos da espera.
Eduardo Aroso
(Cabo Mondego, Agosto 2016)©
Portugal universal; não o efémero que nos amarra como única realidade nos cárceres escuros onde mataram o Sonho. Poemas e textos, alguns publicados em livros e revistas impressos, outros em blogues e os dados a conhecer aqui, para o domínio público, seguindo o rumo da Criação: a obra nunca está definitivamente acabada.